A música de Lykke Li em ‘Lua Nova’ mistura amor, morte e Robert Pattinson

Cantora/compositora sueca não tinha um desfecho para ‘Possibility’ até ver ‘Lua Nova’.

Quando foi apresentada a oportunidade a Lykke Li de escrever uma música para a trilha de ”Lua Nova”, ela fez o que qualquer artista em ascensão faria: ela pensou nisso durante um tempo bem longo.“Todos continuavam me perguntando se eu queria fazer isso, como [a música] estava indo, quando eu a terminaria, e eu ficava como, ‘Eh, não sei, talvez eu a faça, talvez não’”, ela riu. “Digo, eu tinha ouvido sobre o fenômeno ‘Crepúsculo’, mas eu não tinha lido os livros ou assistido ao primeiro filme nem nada. Digo, sou sueca”.Ela não está tentando soar natural. É apenas como a Li de 23 anos trabalha. Ela encontrou a fama e consagrou (mais em casa do que fora, mas quem está contando?) com seu álbum de 2008 Youth Novels, um sentimental e sexy disco que construiu uma indelével e única música pop fora das fontes ambas orgânicas (palmas, batidas de pé, etc) e mecânicas (808s, theremins, etc). Ela desde então rodou o mundo e passou muito do seu tempo tentando descobrir o que fazer em seguida. Escrever uma música para um grande sucesso de Hollywood apenas não pareceu estar nos planos.Até assistir “Lua Nova”, era isso. Depois, de repente, ela foi fisgada.“Eu fiquei [em Los Angeles] e assisti ao filme, quando ainda tinha tela verde nele. Eu fiquei com esse desfecho na minha cabeça, mesmo antes de ver o filme, e depois quando estava assistindo, eu fiquei, ‘Esse é o desfecho!’, ela disse. “Então foi bem parecido como uma descoberta, dentro de mim mesma e musicalmente. Eu tinha essa música crescendo dentro de mim e eu tinha que colocá-la pra fora, e [o filme] foi o gatilho. Porque eu realmente me conectei com a história de amor de Bella e Edward”.Então Li sentou em seu piano e escreveu “Possibility”, uma música bem piegas sobre amor e dor e, ultimamente, morte. Muita morte. Como nós dissemos, ela não funciona como a maioria de seus contemporâneos pop.“Eu fico bem visual quando faço as músicas. É realmente muito séria. É quase como uma febre. É bem repetitivo, como um clima que você entra. Mas é realmente séria, porque, se você está realmente, realmente apaixonada, e alguém te abandona, é uma coisa muito grave”, Li explica. “E também são as letras, ‘Quando você anda, anda como um ladrão com sangue nas mãos, porque eu morri quando você me deixou’. É nessa prisão que, quando a música é feita, você não sabe se vai sobreviver ou não. É muito parecido com uma febre, como, ‘Meu Deus, está quente, ela vai morrer, talvez ela morreu?’ A música persiste, dentro da próxima vida. É sombrio”.É uma música complexa e temperamental no álbum positivamente repleto delas, a maioria escrita através de atos pouco conhecidos e incontestavelmente indie. O que, novamente, foi uma das razões para Li assinar. Ela não vê a música como uma simples trilha, para ela, é parte de uma missão muito maior.“Nós temos alimentado as pessoas tão porcamente. Porque não podemos alimentá-las com coisas boas? Eu realmente também penso nisso”, ela sorri. “Porque eu sei que Robert Pattinson é esse grande ídolo jovem, mas lembro de assistir “Romeo & Julieta” com Leonardo DiCaprio, e fiquei, bem, apaixonada. Eu chorei, acho, cinco vezes. E a trilha daquele filme é tão boa, sabe? Realmente bem escolhida. Não comercial. Eu acho que foi ótimo, e espero pode fazer isso de novo”.

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